Em Marília a classe C ultrapassou a classe B no potencial de consumo e agora representa o principal mercado da cidade, de acordo com a pesquisa IPC Maps 2019 divulgada nos últimos dias.
Isso aconteceu porque entre 2018 e 2019 houve queda significativa no potencial de consumo em todas as classes sociais na cidade, como mostra outra matéria do Marília Noticia.
No entanto, o potencial de consumo da classe C ficou praticamente estável em comparação com as demais, com redução de R$ 2.825 bilhões para R$ 2.805 bilhões.
A classe C é a mais numerosa em Marília, já que aglomera sozinha mais da metade da população local (52,3%). Em relação ao seu tamanho, ela também ficou estável entre 2018 e 2019.
Entre um ano e outro as classes D e E foram as únicas que cresceram em relação às demais e juntas passaram a representar de 16,3% para 18,7%. Isso significa que houve empobrecimento dos marilienses entre um ano e outro.
A representatividade das classes A e B encolheu de tamanho diante das demais, respectivamente, de 3,3% para 3,1% e de 28,1% para 25,9%.
Mesmo menor do que a classe C, a classe B havia ficado em primeiro lugar no ranking local de potencial de consumo nos últimos dois anos. No entanto, a redução acentuada no potencial de consumo da classe B – de R$ 2,8 bilhões para R$ 2,3 bilhões – mudou esse quadro.
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