Sobre as alianças, Ciro disse que falará “só na hora própria. Lá para junho, julho”. No momento, ele trabalha uma aliança de centro-esquerda e cogita dois nomes para ocupar o posto de vice: os empresários Josué Gomes Alencar (PR) e Benjamin Steinbruch (PP). “Isso vai acontecer a partir de junho, quando começamos a preparar as convenções de julho e agosto”, destacou.
Ciro Gomes não vê possibilidade de ter o apoio do PT, nem do MDB e tampouco do DEM, pois acredita que esses partidos terão seus próprios candidatos. O presidenciável tem conversando através do presidente do PDT, Carlos Lupi, com setores do PCdoB, PSOL e do PT, mas não aposta em apoio dos três partidos no primeiro turno
“Tenho uma afinidade absoluta com a Manuela d’Ávila, por exemplo Eu aprendo muito com ela, é uma figura de grande valor e tenho sim uma aliança programática com ela. O que importa agora é eleger a ideia que possa interromper essa tragédia que os golpistas estão querendo legitimar pelo voto”, disse.
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