Asfalto se desfaz na rua Francisco Guaglianone após dias seguidos de muita chuva. (Foto: Divulgação)
Desde o dia primeiro de janeiro até a última sexta-feira (27) foram 19 dias com chuva em Marília, que contabilizaram 451 milímetros segundo os pluviômetros da Defesa Civil Estadual e agravaram buracos espalhados pelo asfalto de toda a cidade.
A média climatológica para o período é de 223 milímetros de precipitações no município, o que significa que o mês nem terminou e já foi registrado o dobro de chuvas do que o normal.
Segundo os aparelhos da Defesa Civil, na última semana o único dia em que não houve chuva em Marília foi terça-feira (24).
Na quinta-feira (26) o volume foi de quase 66 milímetros – o que chama a atenção. Quanto maior o volume de água que cai, mais força as enxurradas ganham e deterioram os buracos já existentes, além de propiciar a abertura de outros.
Outro problema, além da depredação da malha asfáltica, é o perigo oculto. As crateras que existem ficam cobertas de água, uma verdadeira armadilha principalmente para ciclistas e motociclistas.
Rua Hermolino Rodrigues de Carvalho; buracos pioram com chuva. (Foto: Divulgação)
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