Política

Chiquinho Brazão diz que provará inocência sobre caso Marielle e quer retratação

O deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), apontado pela PF (Polícia Federal) como um dos mandantes da execução da vereadora Marielle Franco, em 2018, disse hoje que irá provar a sua inocência e pedirá a retratação de quem o acusa. Ele está preso há cerca de um mês.

Fala ocorreu durante sessão do Conselho de Ética da Câmara. O parlamentar fez o seu pronunciamento por meio de uma videoconferência. Ele rebateu às acusações sobre a morte da vereadora do PSOL e culpou colegas e a mídia pela repercussão de sua prisão.

“O que eu posso falar em minha defesa é que sou inocente e vou provar. Sei que não há muito o que dizer. Pela grande relevância desse crime, eu sei como a Câmara está nesse momento, mas ao final de tudo isso eu provarei a minha inocência e [gostaria de pedir] que pudessem, aqueles que já ouvi em outros momentos, se retratar”, diz trecho de fala de Chiquinho Brazão.

“Porque meus filhos, meus netos, meus irmãos, todos estão com certeza sofrendo muito devido à opinião popular. O alcance da palavra de um deputado é muito grande. Eu vou me resumir a dizer que sou inocente, provarei a minha inocência, e que compreende o momento que vocês estão passando, com uma grande mídia forçando em cima”, acrescentou.

A Polícia Federal prendeu três pessoas apontadas como os mandantes dos assassinatos de Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes em 14 de março. Um dos presos foi o deputado Chiquinho Brazão. Segundo a investigação, a motivação para o crime seria a atuação da vereadora que teria começado a atrapalhar os interesses da família Brazão.

Brazão teve a prisão preventiva mantida pelo plenário da Casa, no início de abril. Mas não perdeu o mandato de deputado federal. Em paralelo, tramita no Conselho de Ética uma representação que pode levar à perda do mandato.

Pedido foi feito pelo PSOL. O partido argumenta que a cassação do deputado é necessária para impedir que ele se beneficie do cargo para obstruir a Justiça. Brazão foi expulso do União Brasil em 24 de março, quando foi deflagrado o mandado de prisão preventiva contra ele.

Folhapress

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