Marília e demais cidades do Centro-Oeste Paulista enfrentam um cenário crítico de incêndios em áreas de vegetação.
Segundo dados do Corpo de Bombeiros, foram registradas 230 ocorrências nos últimos sete dias — número que reforça o alerta para o período de estiagem, marcado por altas temperaturas, ventos e baixa umidade relativa do ar.
As regiões com maior número de casos foram o 10º Grupamento de Bombeiros (GB), responsável por Marília, Lins e Tupã, com 84 registros, e o 12º GB, que cobre Bauru, Ourinhos, Lençóis Paulista e Jaú, com 146 ocorrências.
EMERGÊNCIA
De acordo com a Defesa Civil do Estado, o risco de incêndios segue elevado em praticamente todo o território paulista.
Nesta segunda-feira (6), Marília está entre os municípios em nível de emergência (roxo) — o mais alto da escala — junto a outras cidades do noroeste, centro e oeste do Estado, como Bauru, Assis, Araçatuba e Presidente Prudente.
A vegetação seca, o calor e os ventos constantes favorecem a propagação do fogo, exigindo monitoramento constante por parte das autoridades locais e estaduais.
Apesar das condições climáticas adversas, os bombeiros apontam que a maioria dos incêndios tem origem em ações humanas. Entre os principais fatores estão o uso de fogo para limpeza de terrenos, a queima irregular de resíduos e o descarte de bitucas de cigarro em áreas de risco.
TRAGÉDIA
O impacto das queimadas vai além do dano ambiental. Como mostrou o Marília Notícia, há registros de perdas humanas e materiais.
Em 2 de outubro, Jessé da Silva Santana, de 29 anos, morreu ao tentar conter um incêndio na zona rural de Marília. Ele atuava como voluntário e acabou desmaiando um pouco antes de ser atingido pelas chamas.
Além da degradação ambiental, as queimadas afetam diretamente a saúde pública, com aumento de problemas respiratórios e piora na qualidade do ar — situação comum em regiões como Marília durante o período seco.
A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros reforçam que o Estado permanece em atenção máxima. A população deve evitar qualquer tipo de fogo em áreas abertas e denunciar focos de incêndio por meio dos canais oficiais. Agricultores são orientados a manter aceiros em plantações e pastagens, contribuindo para reduzir os riscos.
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