O juiz estadual Ernani Desco Filho, da 2ª Vara Cível de Marília, condenou Valter Luis Cavina e Toshitomo Egashira, além da empresa LX Consultoria, por improbidade administrativa envolvendo enriquecimento sem causa e em lesão ao erário. Cabe recurso.
Caso seja confirmada a sentença, a dupla terá que devolver mais de R$ 2,6 milhões aos cofres da Casa de Leis, além da perda de direitos públicos por oito anos e a proibição de contratar com o Poder Público por dez anos. A empresa deve devolver R$ 39,6 mil.
Cavina é ex-vereador e ocupou a presidência da Câmara de Marília, onde Toshitomo foi diretor-geral. Eles são apontados como responsáveis por desvios envolvendo a emissão de cheques acima dos valores realmente devidos pelo Legislativo.
No âmbito penal, ainda em 2016, Cavina foi condenado a cinco anos, seis meses e 20 dias de prisão pelo desvio de quase R$ 2,7 milhões da Câmara Municipal de Marília, entre os anos de 2003 e 2004, época em que exercia a função de presidente do Legislativo.
Naquela ocasião, o ex-diretor geral da Câmara, Toshitomo Egashira, teve a mesma pena aplicada pelo então juiz Décio Divanir Mazeto, da 3ª Vara Criminal de Marília.
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