Marília foi classificada como uma das 100 cidades mais competitivas do Brasil (Foto: Arquivo/MN)
Marília segue uma tendência demográfica semelhante à observada em todo o país, com a união conjugal se consolidando na vida adulta, mas ainda com registros que acendem o alerta para uniões precoces entre menores de idade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 35 menores vivem em união no município.
De acordo com os dados do Censo 2022, referentes à população com 10 anos ou mais, entre os 209.458 marilienses analisados, a maioria das uniões se concentra entre 25 e 54 anos, período em que a vida conjugal se torna predominante. Contudo, a presença de adolescentes vivendo em união, especialmente meninas, ainda preocupa autoridades e especialistas.
Na faixa entre 10 e 14 anos, que engloba crianças e pré-adolescentes, o número de pessoas em união é pequeno, mas significativo do ponto de vista social: são 35 jovens (10 meninos e 25 meninas) que declararam viver com parceiro. O número representa 0,25% do grupo formado por 13.795 pessoas, revelando que, embora rara, a prática das uniões precoces ainda persiste.
Na faixa seguinte, entre 15 e 19 anos, a proporção cresce consideravelmente. Ao todo, 699 jovens já viviam em união, sendo a maioria meninas (533). Apesar de representarem uma minoria dentro do grupo de 14.360 pessoas, esses dados mostram que parte da juventude mariliense inicia a vida conjugal antes da maioridade, cenário frequentemente associado por especialistas da área à baixa escolaridade e a fatores culturais e religiosos. Essas uniões, segundo especialistas, interrompem trajetórias educacionais e limitam oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
A partir dos 20 anos, o panorama muda. A vida adulta marca o início da consolidação das uniões conjugais. Entre 20 e 24 anos, 4.561 pessoas — quase 28% do grupo — já viviam com parceiro. A tendência se torna majoritária aos 25 anos, quando o número de pessoas casadas ou em união estável (9.134) ultrapassa o de solteiras (8.496).
As décadas seguintes, dos 30 aos 54 anos, representam a fase de maior estabilidade conjugal em Marília. Nesse período, as uniões predominam em todas as faixas etárias, com destaque para os grupos de 30 a 44 anos, em que cerca de dois terços da população vive com parceiro.
Por exemplo, entre 35 e 39 anos, 13.138 pessoas (mais de 70%) estavam em união. O mesmo padrão se repete entre 40 e 44 anos (13.687) e 45 a 49 anos (12.197).
A partir dos 55 anos, o equilíbrio começa a mudar. Embora o número de pessoas em união ainda seja expressivo, cresce a proporção dos que vivem sozinhos, reflexo de divórcios, separações e, principalmente, da viuvez.
Entre 75 e 79 anos, ocorre a inversão: 2.900 pessoas vivem sozinhas, superando as 2.832 que ainda têm parceiro. Acima dos 80 anos, a diferença se amplia — são 4.565 idosos vivendo sozinhos, frente a 2.471 em união.
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