A Câmara Municipal aprovou nesta quinta-feira (15), em sessão ordinária, a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que irá investigar o descarte de sete toneladas de carne da merenda escolar, que estragaram dentro das câmaras frias da Cozinha Piloto do município.
A própria Prefeitura de Marília já abriu uma sindicância interna para apurar o perecimento dos alimentos.
Desde o episódio, o prefeito Daniel Alonso (PSDB) determinou o fechamento da cozinha piloto e “uma mudança no sistema de abastecimento, onde o fornecedor/frigorífico ficará responsável por entregar os alimentos direto nas escolas”.
O pedido da CPI partiu do vereador Luiz Eduardo Nardi, velho aliado do grupo político comandado pela família Camarinha.
Foram contrários somente os vereadores Marcos Rezende, Cícero do Ceasa, e José Carlos Albuquerque. Os três alegaram que a Prefeitura vem tratando o assunto de modo transparente e o próprio Ministério Público irá investigar o caso.
O presidente da Câmara, Wilson Damasceno, divulgará em cinco dias a lista dos três vereadores que vão conduzir a CPI.
Questionado pelo Marília Notícia sobre a investigação, Daniel Alonso disse considerar a ação ‘excelente’.
“A exemplo da CPI do Ipremm, vai prevalecer a transparência do Executivo. Partiu da gente a atitude corajosa e prudente de descartar o alimento. Isso tudo aconteceu para não colocar em risco a segurança alimentar das nossas 20 mil crianças”, finalizou.
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