Vereador Wilson Damasceno (PSDB).
O presidente da Câmara de Marília, vereador Wilson Damasceno (PSDB), confirmou em entrevista ao Marília Notícia que o Legislativo municipal analisa a criação de mais um cargo de livre nomeação para os gabinetes dos 13 vereadores.
Atualmente, cada parlamentar tem apenas um chefe de gabinete, mas até 2015 a situação era outra. Além do chefe, os gabinetes contavam com dois assessores que foram extintos por decisão do TJ (Tribunal de Justiça).
Na sessão da Câmara de segunda-feira (17) vários vereadores trataram da “necessidade” de mais um funcionário abertamente. Desde as primeiras semanas de mandato a questão já vem sendo aventada nos bastidores.
De acordo com o chefe do Legislativo, todos os vereadores são adeptos da criação desses cargos.
Se manifestaram na sessão sobre o assunto Marcos Rezende (PSD), líder do governo na Câmara, Mário Coraíni (PTB), Marcos Custódio (PSC), Nardi (PR), Cícero do Ceasa (PV), Albuquerque (PPS), Zé Luiz Queiroz (PSDB), Evandro Galete (PTN) e Professora Daniela (PR).
No entanto, um vereador sob a condição de não ser identificado, confessou sua opinião ao MN, de que “não há amparo legal” para a medida analisada. “Só existem especulações”, diz.
Entrevista
Ao MN o presidente da Câmara falou francamente sobre o assunto. “Essa questão está em análise”. “[queremos o assessor] para trabalhar junto com o gabinete. Todos os vereadores estão com dificuldade para dar mais eficiência ao serviço”.
Em julho de 2015, após denúncia da Matra – Marília Transparente – a Justiça extinguiu 42 cargos, entre eles os assessores dos gabinetes. “Estamos analisando se conseguimos restabelecer um [dos dois extintos em cada gabinete]. De três [funcionários em comissão] ficou só um. Quem tem um não tem nenhum”, alega Damasceno.
De acordo com ele, ainda não existe o projeto de lei sobre o tema e, apesar da intenção dos membros da Casa de Leis, ainda não é possível dizer quando, ou se realmente será elaborada e apresentada a proposta que pode gerar desgaste político.
“No passado foi feita muita minuta, projeto no ‘afogadilho’ e acabou resultado em exageros e impugnação, rejeição [dos cargos] por parte do Judiciário. Não podemos incorrer em ilegalidade”.
Para Damasceno, a ideia é que existam “muito mais funcionários efetivos do que em comissão”. “Que no passado não acontecia assim, era justamente o contrário”.
Sobre a notícia veiculada pela Câmara de que o presidente conseguiu reduzir os gastos da Câmara em 40% nos primeiros 100 dias à frente do cargo, ele nega que a contenção tenha relação com a reserva de recursos para a possível criação dos novos cargos.
Buscas foram realizadas em central de monitoramento de Assis (Foto: Divulgação/Polícia Civil) A Polícia Civil…
As agências bancárias e instituições financeiras credenciadas começam a ofertar nesta segunda-feira (27), as linhas…
Pela quarta semana consecutiva, o mercado financeiro reduz as expectativas de inflação para 2026 no…
Um homem de 36 anos foi preso em flagrante na madrugada deste domingo (26), após…
Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da China, Xi Jinping, conversaram…
This website uses cookies.