O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira, 15, que a manifestação de 7 de setembro será “ordeira, democrática e com as cores verde e amarela”. Nas últimas semanas, o chefe do Executivo tem convocado seus apoiadores para saírem às ruas nessa data, quando se comemoram os 200 anos da Independência do Brasil. No ano passado, o dia foi marcado por protestos antidemocráticos de bolsonaristas.
“Os festejos se farão sentir em todo o território nacional até o 7 de Setembro. É uma data cívica, de manifestação do povo nas ruas, como tivemos no ano passado, uma manifestação ordeira, democrática e com as cores verde e amarela. O povo de bem, mais do que falando em liberdade, falando em honestidade, em patriotismo e, obviamente, em amor à nossa pátria”, declarou o presidente, no Palácio do Planalto, durante a abertura de uma exposição sobre o Bicentenário da Independência.
Nos últimos dias, Bolsonaro tem considerado desistir de transferir para Copacabana a tradicional parada militar que ocorre no Rio na celebração do 7 de Setembro. Mas a decisão ainda não foi tomada, apurou o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. De acordo com uma fonte próxima à campanha do chefe do Executivo à reeleição, a “tendência” é que o ato ocorra em Copacabana, na zona sul da capital, mas dê lugar a uma manifestação de apoiadores, sem as Forças Armadas.
Bolsonaro tem tentado mobilizar sua base para a realização de atos no 7 de Setembro, a menos de um mês do primeiro turno das eleições. O presidente havia dito que Marinha, Exército, Aeronáutica, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros participariam do desfile em Copacabana, algo inédito. No último dia 5, contudo, o prefeito Eduardo Paes (PSD) confirmou que a parada militar será na Avenida Presidente Vargas, no centro, como ocorre tradicionalmente.
Em 7 de setembro do ano passado, Bolsonaro foi a manifestações antidemocráticas e chegou a afirmar que não obedeceria mais decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração gerou uma crise institucional no País, apaziguada com uma carta pública de recuo divulgada por Bolsonaro e escrita pelo ex-presidente Michel Temer.
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