Primeiro candidato à disputa presidencial deste ano a ser sabatinado no Jornal Nacional, da TV Globo, o presidente Jair Bolsonaro (PL) estará no ar logo na abertura do telejornal, a partir das 20h30. A entrevista com Bolsonaro vai durar 40 minutos e é cercada por expectativa de como o político vai se comportar diante de entrevistadores ao vivo e falando na TV Globo, veículo de imprensa que costuma ser atacado pelo presidente com frequência.
A sabatina será o primeiro bloco do telejornal e sem interrupções para intervalo comercial. O modelo da entrevista com duração pré-determinada já foi acertado com a assessoria de todos os candidatos à presidência da República. Bolsonaro abre a rodada de sabatinas. Ele será entrevistado pelos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos direto dos estúdios Globo e não no edifício no Jardim Botânico de onde normalmente é apresentado o telejornal.
Na quarta-feira, 24, será a vez de Ciro Gomes (PDT). No dia seguinte, o sabatinado é o líder nas pesquisas de intenção de voto, o petista Luiz Inácio Lula da Silva. Na sexta-feira, 28, será ouvida a candidata do MDB, senadora Simone Tebet.
Como revelou o Estadão, auxiliares de Bolsonaro dizem que a participação dele no JN será oportunidade de falar para uma camada da população de baixa renda e que até o momento não estaria ao alcance das redes sociais bolsonaristas. Esses mesmos auxiliares sabem, no entanto, que alguns temas espinhosos devem ser explorados na entrevista: a demora na compra de vacinas durante a pandemia; o governo paralelo operado por pastores no Ministério da Educação, caso revelado pelo Estadão; e a aliança política com o Centrão.
A ligação direta de Bolsonaro com partidos como o PL, ao qual se filiou para disputar a campanha, e o Progressistas, que tem o ministro-chefe da Casa Civil Ciro Nogueira, tem sido apontado como uma contradição entre o discurso do candidato em 2018 e a prática política que ele passou a adotar após eleito. Na última semana, o presidente chegou a ser desafiado por um youtuber de direita que foi até a entrada do Palácio da Alvorada e chamou Bolsonaro de “tchutchuca do Centrão”.
Segundo o cientista político Marco Antônio Carvalho Teixeira, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Bolsonaro é uma “caixa de surpresas”. Mas o analista acredita que o presidente tente adotar linha moderada durante a sabatina.
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