DF - JAIR BOLSONARO-RAQUEL DODGE - POLÍTICA - O presidente eleito, Jair Bolsonaro, durante visita a procuradora geral da república, Raquel Dodge. Nesta terça-feira (20), na sede da procuradoria geral da república, em Brasília. 20/11/2018 - Foto: WALTERSON ROSA/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou que o programa Mais Médicos servia de pretexto para o governo do PT financiar a “ditadura” de Cuba. Ontem, o Ministério da Saúde anunciou que 97,2% das vagas antes ocupadas por médicos cubanos no programa já foram preenchidas após a saída desses profissionais do País.
O futuro presidente propôs mudanças no programa, mas o governo cubano não concordou e anunciou a saída dos médicos cubanos. “Após Cuba irresponsavelmente retirar-se do Mais Médicos por não aceitar dar liberdade e salário integral aos seus cidadãos, quase 100% das vagas já foram preenchidas por brasileiros. Está claro que o acordo do PT era pretexto para financiar a ditadura membro do foro de São Paulo”, escreveu Bolsonaro no Twitter.
Na rede social, Bolsonaro disse que há outros acordos “suspeitos claramente inviáveis” que serão alvo de sua administração. Para ele, o Brasil estava servindo de fonte de renda “disfarçada” de partidos alinhados com o PT na América Latina. “Não mais!”, afirmou.
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