O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ) foi denunciado na quarta-feira ao Tribunal Penal Internacional, localizado na cidade de Haia, na Holanda. O pedido de investigação por crimes contra a humanidade partiu da UBE (União Brasileira de Escritores), em decorrência do discurso feito pelo parlamentar no dia 17 de abril, durante a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, na Câmara.
Durante sua fala, Bolsonaro homenageou o Coronel Brilhante Ustra, um dos mais conhecidos torturadores do regime militar no Brasil, comandante do Destacamento de Operações de Informações/Centro de Operações de Defesa Interna (Doi-Codi) de São Paulo. Segundo a UBE, o deputado praticou evidente apologia à tortura. “Essa conduta de Jair Bolsonaro representa o ato desumano de infligir dor intencional e sofrimento mental sobre as vítimas do coronel Ustra e aos membros da família dessas vítimas, assim como a toda a comunidade brasileira” comenta o presidente da UBE, Durval de Noronha Goyos.
Em nota oficial, Jair Bolsonaro rebate a acusação com o argumento de que não foi feita apologia alguma à prática de tortura, segundo o parlamentar, por conta da “inexistência e sentença condenatória atestando que o Coronel Ustra tenha praticado crime de tortura”.
Fonte: Extra
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