Ao perceber na hora do almoço que não havia passado, tentou tomar um banho de gelo e até correr. Nada do que ele fazia mudava a situação. Oito horas depois de acordar ele contou ao colega de quarto o que estava acontecendo.
“Ele achou engraçado, no início, mas depois entendeu a gravidade da situação”, declarou ao jornal The Sun.
Garnett foi levado para um hospital e foi diagnosticado com o priapismo, uma condição rara em que as ereções não desaparecem. Não é causado pelo desejo sexual ou estimulação, mas, se não tratada, pode danificar permanentemente o pênis, segundo o Huffington Post.
Para resolver o problema, os médicos tentaram, primeiramente, drenar sangue do pênis de Garnett para reduzir a pressão sobre o órgão. Como isso não funcionou, eles foram forçados a injetar medicação.
“Vê-los esfaquear meu pênis com uma agulha foi uma experiência horrível, como algo saído de um filme de terror. A dor foi 10 de 10” declarou ao The Sun.
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