Já no lançamento de disco, a atleta atingiu a marca de 17,32 m. A distância é 30 cm menor em relação ao recorde mundial da classe F52 (cadeirantes), que pertence à própria paulista. Nos Jogos de Tóquio 2020, ela lançou para 17,62 m.
Beth está entre os 269 competidores inscritos no Desafio CPB, evento que tem como objetivo possibilitar que os atletas licenciados e com classificação internacional obtenham marcas para o ranking mundial. Outros medalhistas de Tóquio também estiveram no Desafio, como Ricardo Mendonça, bronze nos 200 m T37, e Julyana da Silva, bronze no lançamento de disco F57.
“Enquanto eu estiver em condições para competir, estarei nos campos de atletismo. O esporte é a minha vida. É o ar que respiro. É o que me motiva diariamente e treino todos os dias para dar o meu melhor. O Desafio é a minha última competição do ano e é sempre uma satisfação estar no CT Paralímpico, entre amigos”, disse Beth.
“Saio satisfeita com o resultado porque mantive o meu desempenho de lançar acima dos 17 metros”, afirmou a representante do clube ASPA-Santos/SP, que foi diagnosticada com esclerose múltipla em 1993.
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