Beija-Flor é a grande campeã do Grupo Especial do carnaval RJ 2018. (Foto:Gabriel Nascimento / Riotur)
Completando 70 anos neste 2018, a Beija-Flor, que a cada ano se supera nos quesitos luxo e imponência, fez um desfile atípico. Crítica das mazelas brasileiras, a apresentação em alguns momentos remeteu o público que acompanha carnaval ao histórico “Ratos e urubus, larguem minha fantasia” (1989), do carnavalesco Joãosinho Trinta (1933-2011) – este tratava de luxo, lixo, pobreza e festa e até hoje é um dos mais lembrados da história do sambódromo.
A escola fez um paralelo entre o Frankenstein, de Mary Shelley, personagem que está completando 200 anos, e os “monstros nacionais”: a corrupção, as agressões à natureza, o uso indevido de impostos, as disparidades sociais. A teatralização excessiva cansou. O carro da favela tinha traficantes “armados”, briga de casal e até uma mãe velando um filho policial morto. A chamada “farra dos guardanapos”, episódio do esquema criminoso do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), foi encenada.
Componentes vestidos de pastores evangélicos, católicos e muçulmanos se juntaram contra a intolerância religiosa. Pabllo Vittar foi destaque no carro anti-LGBTfobia. No geral, a plateia comprou o discurso de indignação da escola de Nilópolis, na Baixada Fluminense, que encerrou sua passagem com a simulação de uma passeata popular, seguida pelo público saído de frisas e camarotes.
MAC conquistou grande vitória com dois gols de Lucas Lima (Foto: Marcos Bezerra) O Marília…
Operação apreendeu drogas e fez três flagrantes por tráfico de drogas (Foto: Divulgação) Uma operação…
O governo federal, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário lançam nesta quarta-feira (4) o…
Trabalhadores poderão consultar, a partir desta quinta-feira (5), se têm direito ao Abono Salarial em…
Mulheres têm maior incidência de câncer na mama, cólon e reto, segundo estimativa nacional (Foto:…
Recuperação dos objetos foi possível devido a reação da vítima e chegada rápida dos PMs…
This website uses cookies.