A bebê Sofia Gonçalves de Lacerda, de um ano e oito meses, morreu na madrugada desta segunda-feira (14) em Miami, nos Estados Unidos. A menina, que passou pelo transplante de cinco órgãos, teve uma parada cardíaca. Ela estava internada desde julho, por conta de um vírus contraído após o transplante multivisceral realizado em maio.
No fim de semana o quadro da menina piorou bastante e a mãe postou em uma rede social que apenas um milagre salvaria sua vida. Patrícia de Lacerda pediu neste domingo (13) em uma rede social para seus seguidores “intensificarem as orações” pela melhora da pequena.
De acordo com post da mãe, os médicos que atendiam a menina perguntaram se a família queria que os aparelhos utilizados para manter a bebê viva fossem desligados, mas a resposta foi negativa.
Os médicos também explicaram que o quadro grave se dava por conta de uma infecção do pulmão, pois os órgãos transplantados – estômago, fígado, pâncreas, intestino delgado e intestino grosso – continuavam em bom estado.
Relembre o caso
Devido à complexidade da síndrome de Berdon, os médicos estimaram, no dia do nascimento de Sofia, que ela não passaria de um ano de vida. Porém, a menina contrariou as expectativas da medicina e comemorou seu primeiro aniversário no dia 24 de dezembro de 2014.
Neste período, passou por três cirurgias, mas ainda necessitava de atendimento especializado para a síndrome rara e para o transplante multivisceral, que não era realizado no Brasil e tinha custo estimado de R$ 2 milhões.
A mãe começou então uma campanha na internet, chamada “Ajude a Sofia”, para arrecadar fundos e levar a menina aos EUA. Ao todo, a família arrecadou R$ 1,8 milhão. Mas os pais continuaram brigando na Justiça para que o governo brasileiro pagasse o valor da cirurgia.
Com relação ao dinheiro arrecadado, a intenção dos pais era de doar para outras crianças que, como a Sofia, precisavam de um tratamento caro. Mas quando a família chegou aos EUA, ficou sabendo que o governo brasileiro pagou apenas a cirurgia, um pacote de homecare e alguns medicamentos.
“A partir daí passamos a precisar utilizar o dinheiro da campanha para as demais despesas do tratamento. A conta é monitorada pela Justiça”, afirmou a mãe da menina.
Fonte: G1
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