Marília

Bate-papo de Cinema apresenta filme ‘Filho de Boi’

(Arte: Divulgação)

O Bate-papo de Cinema Pontos MIS apresenta nesta semana o filme “Filho de Boi”, disponível a partir desta quinta-feira (11) na página do Museu da Imagem e do Som no vimeo.com.

O bate-papo acontecerá sábado (13), às 18h, no youtube.com/missaopaulo e contará com a mediadora Giuliana Monteiro e os convidados Paula Gomes (produtora, e roteirista) e Haroldo Borges (diretor).

A iniciativa é um programa do Museu da Imagem e do Som, que realiza exibições de filmes seguidos de debates ao vivo no YouTube do Museu, trazendo membros da equipe dos filmes, pesquisadores da área, críticos de cinema, jornalistas e agentes cineclubistas para discutir sobre a obra e apresentar curiosidades da produção. Em Marília, conta com parceria da Secretaria Municipal da Cultura.

FILME

João é um menino de 13 anos que mora no sertão da Bahia e sempre quis fugir de sua cidade. Ele tem uma relação rompida com seu pai e, quando o circo chega à cidade, nasce uma relação de amizade entre ele e o palhaço que o encoraja a vencer seus medos.

CONVIDADOS

Paula Gomes é diretora, produtora e roteirista. Integra o coletivo baiano Plano 3 Filmes. Dirigiu em 2015 o documentário Jonas e o Circo sem Lona. Produziu e roteirizou Filho de Boi.

Haroldo Borges é diretor, roteirista e diretor de fotografia. Borges integra o coletivo baiano Plano 3 Filmes, com o qual já realizou mais de 15 projetos, como o curta-metragem Sonhos e o documentário Jonas e o Circo sem Lona (2015), do qual foi roteirista e diretor de fotografia. Filho de Boi é sua estreia na direção de longas-metragens.

MEDIADORA

Giuliana Monteiro é roteirista e diretora nascida em São Paulo. Formada em Multimeios pela PUC-SP, trabalhou como produtora durante oito anos antes de dirigir seus primeiros projetos.

Em 2011, mudou-se para Nova York com uma bolsa de estudos para cursar o mestrado em roteiro e direção de filmes na Universidade de Nova York (NYU, Tisch School of the Arts). Dirigiu e roteirizou seis projetos de curta-metragem nos últimos três anos – os curtas “Raízes” (experimental), “Margarete 6422” (documentário), “Stay” (ficção), “Felicidade” (ficção) e “Eu não digo adeus, digo até logo” (ficção) – partindo de uma linguagem mais documental para ficção.

Carolina Rolta

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