As regiões de Marília com situação mais grave de infestação do Aedes aegypti são as proximidades do bairro Cascata, na zona Leste, e Santa Antonieta, na zona Norte. Respectivamente foram encontradas larvas em 8,3% e 7,69% dos imóveis dessas áreas.
O último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) realizado em Marília, no mês passado, indicou a presença de larvas do mosquito transmissora da dengue, zika e chikungunya em 5,3% dos imóveis pesquisados em todo o município.
Os dados foram divulgados nos últimos dias e o índice é considerado alto. Além disso, a cidade já vive situação de epidemia, o que tornam o quadro mais grave. Por outro lado, existem municípios paulistas em situação muito pior, como Bauru e São José do Rio Preto.
O Ministério da Saúde considera que índices inferiores a 1.0 indicam “condições satisfatórias”; de 1.0 a 3.9, “situação de alerta”. Quando acima de 3.9, a infestação representa “risco de surto de dengue”.
Em fevereiro o mesmo índice apontou para a presença de larvas em 2,6% dos imóveis verificados.
O levantamento de abril foi feito por equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) e, por conta do período de chuva, já eram esperados índices altos.
A reportagem apurou que nesta semana servidores municipais iniciam um novo LIRAa.
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