Regional

Audiência pública na Câmara de Tupã debate Plano Municipal de Arborização Urbana

Especialistas em Meio Ambiente participaram da audiência pública (Foto: Assessoria/Câmara de Tupã)

A Câmara Municipal de Tupã realizou nesta semana uma audiência pública para debater o Plano Municipal de Arborização Urbana com grupos de pesquisa, representantes do Clube da Árvore, podadores e sociedade civil.

Os participantes repensaram propostas para a melhoria da cobertura arbórea da cidade. Toda construção do plano, o diagnóstico e o prognóstico do documento foram apresentados pelo engenheiro ambiental e especialista em Engenharia Urbana, Luiz Fernando Dall’Acqua Rosa.

Segundo o profissional, o objetivo é construir ações que permitam criar mais áreas verdes no município, incentivando o plantio de árvores adequadas e preservação das já existentes no perímetro urbano de Tupã. Intuito é também aprimorar as estratégias de fiscalização e de monitoramento para extração e substituição de árvores impróprias.

Ideias e propostas foram apresentadas no plenário do Legislativo (Foto: Assessoria/Câmara de Tupã)

De acordo com o secretário municipal do Meio Ambiente, André Cosine, a população apresentou sugestões e questionamentos para versão final do Plano Municipal de Arborização Urbana.

“Discutimos o planejamento e levantamento feitos pela equipe técnica, coordenada pelo engenheiro ambiental, Guilherme Destro, recebemos da população indicações de mudança e também respondemos algumas dúvidas sobre o trabalho feito. O próximo passo é reunir o Conselho Municipal de Meio Ambiente para colocar os apontamentos em votação”, informa.

A previsão é entregar até fevereiro a redação revisada e concluída. O professor doutor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Tupã, Michel Chaves, participou da audiência e destacou ser muito relevante debater o tema junto à comunidade.

“Vim participar enquanto professor e como cidadão. O plantio de uma árvore é importante para gerar umidade, gerar a água que a gente bebe e para produzir o alimento que comemos. Pontuamos, enquanto pesquisadores, a importância de envolver a questão de financiamento para que essas ações ocorram. Não só para colocar o Plano em prática, mas principalmente para o monitoramento e a fiscalização a longo prazo”, argumenta.

Entre as proposições apresentadas pelos membros da Rede de Educação Ambiental da Alta Paulista (Reap) da Unesp de Tupã, estavam a necessidade de apresentação de termos de leis ambientais, como da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA) e do Código Florestal Brasileiro.

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Gustavo César

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