Dois ativistas, um homem e uma mulher, que lutam contra a violência sexual como arma de guerra e instrumento de submissão social, foram escolhidos pela academia norueguesa como os vencedores do Prêmio Nobel da Paz em 2018.
O anúncio foi feito nessa sexta-feira, 5, em Oslo, na Noruega, e confirma a ascensão do tema da violência contra as mulheres e da igualdade de gêneros como uma das preocupações maiores da época contemporânea.
Os escolhidos foram o médico congolês Denis Mukwege e Nadia Murad, mulher da minoria yazide transformada em escrava sexual pelo grupo Estado Islâmico durante a ocupação de territórios da Síria e do Iraque pelo movimento terrorista muçulmano.
Ambos foram recompensados “por seus esforços para colocar fim ao emprego das violências sexuais como arma de guerra”, segundo o comunicado do júri de Oslo.
A distinção de dois ativistas da questão de gênero mostra a força da mobilização internacional gerada desde 2017 em torno do tema da violência cometida contra as mulheres.
Por trás da escolha da Academia, estão também a campanha #MeToo, que trouxe à tona a extensão do problema das agressões sexuais e do assédio às mulheres, assim como uma reação do mundo acadêmico nórdico ao escândalo que abalou a própria credibilidade do Nobel, e que envolveu casos de omissão de membros da academia sueca responsável pela entrega do Prêmio Nobel de Literatura – cancelado em sua edição de 2018.
https://www.youtube.com/embed/kNrrKtR9MBA
Campanha foi organizada pela empresária Márcia Tédde após identificar necessidade da instituição.
Adesão de escola da zona norte reforça a atuação de Dani Alonso e Capitão Augusto…
A cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais impedem qualquer alteração nos programas…
A Polícia Civil instaurou investigação para apurar um caso de possível violência contra um idoso…
Estudantes que participam do processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni), referente ao segundo…
This website uses cookies.