Funcionários permaneceram na rodoviária à espera de solução da empregadora e empresa de fretamento (Foto: Marília Notícia)
Fiscalização da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), na tarde desta quarta-feira (22), em Garça – distante 35 quilômetros de Marília –, resultou no recolhimento de sete ônibus de uma empresa de fretamento e turismo.
Pelo menos 300 trabalhadores eram transportados para Marília pela empresa Dionísio Roldam, conhecida pelo nome fantasia Santo Antônio Turismo. Denúncia relatou que oito ônibus usados para o translado estariam irregulares.
Segundo a Prefeitura de Garça, ônibus usavam o estacionamento da rodoviária (Foto: Marília Notícia)
Fiscais da Artesp foram até o Terminal Rodoviário de Garça no início da tarde. Os embarques dos funcionários, no estacionamento do local, foram interrompidos. Os agentes requisitaram documentos e passaram a fiscalizar as condições dos veículos.
Apenas um ônibus, com a devida autorização da Artesp e perfeitas condições, foi liberado. Outros sete veículos foram retidos – todos sem a autorização do órgão -, embora ostentassem adesivo com o nome da agência e menção à autorização.
Um dos coletivos tinha pneu ‘careca’ (Foto: Marília Notícia)
Em um dos coletivos, foi constatado um pneu liso (com desgaste acima do permitido); em outro, o para-brisas estava trincado; um terceiro ônibus estava com uma porta lateral do compartimento do motor amarrado com arame. A Artesp encontrou ainda um coletivo com mais de 20 anos de fabricação, impeditivo para registro junto à agência reguladora.
A empresa foi autuada – com prazo para recursos – e orientada a recolher os ônibus na garagem, até que todas as irregularidades sejam sanadas.
Santo Antônio Turismo não se manifestou (Foto: Marília Notícia)
OUTRO LADO
O Marília Notícia procurou a Santo Antônio Turismo, mas a empresa não retornou aos contatos do site. O espaço segue aberto à manifestação.
Já a empresa responsável pelos trabalhadores emitiu nota, na qual afirma que “o contrato com a empresa responsável pelo transporte dos colaboradores conta com cláusulas que visam prioritariamente as boas condições dos veículos”.
A contratante não cita rescisão, mas diz que tomará providências. “Caso sejam confirmadas irregularidades nesses veículos, tomaremos as medidas cabíveis para que a segurança e integridade de nossos colaboradores permaneçam preservadas.”
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