Marília

Arquitetura e Urbanismo da Unimar realiza a 3ª EPARQ

3ª Edição do Encontro de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo. (Foto: Divulgação)

A Universidade de Marília (Unimar) realizou a 3ª Edição do Encontro de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo, o Eparq, com palestras e a exposição de 30 trabalhos de iniciação científica desenvolvidos pelos acadêmicos do oitavo e décimo termo.

De acordo com a docente Sônia Moraes, a Eparq é uma das ações de metodologia ativa que proporciona protagonismo ao acadêmico. “O nosso simpósio reúne os trabalhos de acadêmicos de semestres distintos, onde são apresentados trabalhos dos mais variados seguimento, dentro da Arquitetura e Urbanismo, enriquecendo aos acadêmicos e estimulando a busca pelo saber, por soluções e explicações”, enfatiza.

Ainda segundo Sônia, os acadêmicos realizam atividades práticas e são convidados a realizar a iniciação científica desde o primeiro ano de graduação. “Incentivar a criatividade do aluno é a melhor forma de ensinar. Através desta ferramenta eles aprendem a buscar conhecimento por si só e a desfrutar de todo a experiência de seus mestres, que mostram a necessidade de ter dedicação para chegar aos resultados que vão auxiliar outros profissionais”, ressalta.

O Encontro de Pesquisa foi criado em 2017 através da iniciativa dos docentes e acadêmicos. Um dos responsáveis pela organização do evento foi o André Henrique da Silva, hoje egresso da Instituição. Segundo ele, o objetivo foi fomentar a pesquisa. “A iniciação científica está ligada diretamente ao projeto arquitetônico, porque precisamos buscar todas as informações para criar e apresentar o melhor projeto aos nossos clientes. Por isso, vejo o Eparq como um evento fundamental para apoiar a aprendizagem”, conta.

Para a acadêmica Marina de Campos, que está concluindo a graduação de Arquitetura e Urbanismo, o trabalho científica é um dos pilares para uma carreira de sucesso. “ É um enriquecimento a realização do estudo científico, onde aprendemos os detalhes e a importância deste conhecimento para concluir com maior segurança o projeto”, diz.

Ainda segundo Marina, a pesquisa proporciona uma nova visão do mundo. “Meu olhar transformou, principalmente como arquiteta e urbanista, porque a pesquisa me proporcionou o entendimento sobre cidade, bairro, comércio, estrutura urbana, malha urbana e topografia”, finaliza.

Amanda Brandão

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