O temor nunca foi tão grande às vésperas de uma Olimpíada. A violência urbana brasileira, somada ao risco de protestos violentos e as crescentes ameaças terroristas resultam em uma sensação generalizada de medo – que muitas vezes têm deixado assuntos esportivos em segundo plano.
Nas últimas semanas, o Estado Islâmico vem publicando anúncios em português, informando que precisa de pessoas fluentes no idioma oficial do Brasil. As autoridades entendem tais ações como uma forma de recrutar “fiéis” dispostos a praticar atos terroristas durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
No final de julho, o canal “Inspire the Believers”, ou “Inspirem os fiéis”, do aplicativo Telegram, pediu que “os lobos solitários de qualquer lugar do mundo sigam para o Brasil agora. Vistos e passagens serão muito fáceis de conseguir in sha Allah”.
De acordo com o The New York Times, autoridades dos Estados Unidos estão treinando unidades antiterrorismo do Brasil para lidar contra ataques químicos e biológicos principalmente em alvos frágeis, como restaurantes, casas noturnas e shoppings distantes das áreas, mas próximas às arenas olímpicas.
Na segunda quinzena de julho, a Polícia Federal prendeu preventivamente 12 suspeitos de estarem preparando ações terroristas para os Jogos do Rio de Janeiro.
Fonte: MSN
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