Local em que será construída a casa de apoio para pacientes oncológicos em Marília (Foto: Arquivo pessoal)
O grupo Amigos do Bar ajuda um grande número de pessoas todos os meses em Marília, mas decidiu colocar em prática um projeto mais ousado, com a criação da Associação Mariliense de Apoio ao Paciente Oncológico (Amapon). Será uma casa de apoio que funcionará na avenida Féres Mattar, 475, próximo ao Hospital das Clínicas (HC). O lançamento da pedra fundamental será neste sábado (25), no local em que a casa será construída.
O projeto é um sonho do empresário Luiz Antônio Duarte Ferreira, o ‘Cai Cai’, que se reuniu no final do ano passado com Tadaumi Tachibana, o conhecido ‘Tadau’, pedindo ajuda do grupo Amigos do Bar.
Uma casa foi adquirida no dia 6 de janeiro, mas precisou ser derrubada, pois não tinha condições de se tornar uma casa de acolhimento para pessoas em tratamento oncológico. Quase um ano depois, com a instituição já constituída e legalizada, terá início a construção.
A casa atenderá pessoas das 62 cidades do Departamento Regional de Saúde (DRS), que recebem o tratamento oncológico em Marília.
“O pessoal vem aqui fazer um tratamento e fica horas esperando para poder voltar para sua cidade, ou precisa dormir e não tem lugar. Precisa ficar aguardando, muitas vezes, na rua. Nós vamos atender pacientes dos três hospitais. A casa poderá receber 20 pessoas para dormir lá. Vamos oferecer café da manhã, almoço, café da tarde, jantar e um lanche antes de dormir”, explica Tadau.
Durante o lançamento da pedra fundamental, será colocada uma cápsula do tempo com fotografias, livros, discos, notícias e cartas. No final, serão soltos 50 balões com mensagens dentro.
Além da hospedagem, o local contra com atendimentos psicológicos, sociais e jurídicos para famílias vulneráveis, que também poderão receber cestas básicas, fraldas e remédios. A Amapon contará com voluntários em diversas áreas da Saúde, como dentistas, psicólogos e contadores de história.
A casa estará aberta ao público vulnerável e a manutenção será feita pela sociedade mariliense. O local será sustentável, com uso de energia fotovoltaica. A única exigência é que o paciente terá que estar acompanhado.
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