Investir em abastecimento de água precisa ser uma prioridade, segundo análise do prefeito Daniel Alonso (PSDB), em participação exclusiva ao Marília Notícia Entrevista. A realidade de muitos bairros ainda é de convívio com as torneiras secas, pelo menos nos horários de pico, até mesmo nos meses chuvosos.
“Nós ainda temos que investir muito em abastecimento. Água é um problema mundial, mas na nossa região você vê aí: Bauru com problema, Rio Preto com problema”, afirmou o chefe do Executivo mariliense em entrevista ao vivo no último dia 3 de fevereiro – veja a íntegra no final do texto.
“Tudo bem que agora está chovendo muito, mas tirando essa época de chuva, nós precisamos investir muito em abastecimento. A cidade cresce e cresce muito. Cada vez temos ciclos de estiagem mais extensos”, disse Daniel.
No dia 25 de janeiro, mês em que choveu mais de 30% acima da média, o MN noticiou mais uma vez a falta d’água em pontos do município, como o distrito de Padre Nóbrega que estava há pelo menos dois dias com as torneiras secas, segundo relato de moradores.
“O Daem informa que a falta da água está ocorrendo por conta do excesso de consumo. Já foram tomadas providências e ainda hoje o abastecimento será normalizado”, dizia nota da autarquia, emitida após questionamento feito pelo MN.
Naquele momento, o sistema do Departamento de Água e Esgoto de Marília mostrava que o dispositivo de reservação, localizado no bairro Acapulco, zona Oeste, estava completamente vazio.
Já o reservatório do Distrito Industrial estava com 42% da capacidade, o que significa situação de alerta. Outros nove reservatórios monitorados estavam com metade ou mais da capacidade preenchida, sendo que um deles estava com exatamente 50%, outro com 52% e um terceiro com 57%.
Nos horários de pico de consumo, como aos finais dos dias e começos das noites, quando os trabalhadores chegam em casa, a reservação tende a cair.
Na entrevista ao MN, o prefeito falou que o “aumento do consumo é preocupante” nos dias de muito calor. “Nos últimos dois anos, tivemos períodos de estiagem com os maiores tempos sem chuva da história e, em contrapartida muito calor, [que implica em] um aumento de consumo preocupante. É o maior desafio que temos que ter daqui para frente”.
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