A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou hoje (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer a favor da continuidade da Lei de Cotas em instituições de ensino superior.
A manifestação do órgão foi encaminhada em ação na qual o PV sustenta que, após dez anos de vigência, a Lei de Cotas (12.711/12) deixou de prever a reserva de vagas para estudantes com deficiência, pretos, pardos, indígenas e oriundos do ensino médio em escolas públicas. Conforme o artigo 7° da norma, no prazo de dez anos deveria ocorrer a revisão do programa.
A AGU sustentou que a norma representou um marco para as políticas de ação afirmativa e já foi validada pelo Supremo. Para o órgão, deve ser afastada qualquer interpretação que considere extinta a política de cotas.
“As ações afirmativas sob exame têm por objetivo equalizar oportunidades e, com isso, reduzir as desigualdades raciais e sociais arraigadas no ensino superior brasileiro. É esperado que a política pública perdure até que as desigualdades sejam efetivamente reduzidas e o seu objetivo alcançado”, argumentou o órgão.
A ação do partido foi protocolada no STF em julho deste ano. A ação é relatada pelo ministro Luís Roberto Barroso e ainda não há data para julgamento.
Dublin Residence ao centro, com London à esquerda, Zurich à direta e o Marselha e…
Vítima perdeu a vida após trágico acidente na SP-270 em Ourinhos (Foto: Artesp) Uma enfermeira…
Maria Flávia morreu nesta madrugada (Foto: Divulgação) A Justiça de Assis condenou nesta quinta-feira (18)…
Gabriel foi barbaramente assassinado na frente da família, que foi impedida de agir pelo irmão…
Proposta está em tramitação na Assembleia Legislativa (Foto: Divulgação) A Deputada Estadual Dani Alonso (PL),…
Responsável pelo urso de pelúcia com drogas é investigado pela Dise de Tupã (Foto: Divulgação/Dise…
This website uses cookies.