Bombeiros e policiais civis escavando quintal em busca do corpo da vítima (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)
O caso de Manoel Messias Cândido, conhecido como “Japonês”, acusado de matar a ex-companheira Michele Aparecida da Silva de Moraes e de esconder o corpo no quintal de uma casa em Marília, ganhou um novo detalhe. Em depoimento à polícia, uma testemunha revelou que o próprio acusado se ofereceu para concretar o local após o crime.
A proposta inusitada chegou a intrigar. Segundo o relato da testemunha, Manoel se ofereceu diversas vezes para fazer o serviço e pediu apenas para que fosse comprado o material. Parte dos itens chegou a ser adquirida, mas o serviço não foi realizado.
A casa, localizada na zona norte de Marília, foi alugada por Manoel no início de 2024. E ele, porém, se mudou pouco tempo depois, após matar Michele e enterrar seu corpo no quintal. A concretagem do local dificultaria ainda mais a descoberta do corpo da vítima.
A Justiça de Marília já aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) contra Manoel, que agora é réu por homicídio qualificado por motivo fútil, por ter dificultado a defesa da vítima e por razões da condição do sexo feminino, além de ocultação de cadáver.
O crime veio à tona no dia 28 de agosto de 2025, quando a moradora atual foi alertada sobre a possibilidade de haver um corpo enterrado no local.
A investigação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) apurou que o crime teria ocorrido após 13 de fevereiro de 2024.
A Polícia Civil chegou ao imóvel após receber relatos de pessoas que teriam ouvido do próprio Manoel confissões parciais sobre o crime. Em depoimento, ele confessou o homicídio, alegando que agiu durante uma discussão.
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