Caio Fernando Gonçalves, réu pela morte do autônomo Lucas Fernando Fonseca de Carvalho, em um grave acidente registrado na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), vai responder ao processo em liberdade. A Justiça de Marília negou pedido do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para a prisão preventiva do acusado.
A promotoria apontou haver provas de que Gonçalves dirigia alcoolizado, no fatídico dia, em outubro do ano passado. Ele também estaria acima da velocidade permitida no trecho. O MP apontou ainda que o réu fugiu do local sem prestar socorro à vítima e tentou esconder o veículo.
Porém, decisão do juiz da 3ª Vara Criminal de Marília, Fabiano da Silva Moreno, negou o pedido de prisão preventiva. Em seu despacho, o magistrado ressaltou que, apesar da gravidade dos crimes imputados, os requisitos para a prisão preventiva não foram preenchidos.
Moreno também considerou que o tempo transcorrido desde o acidente (quase oito meses) e a ausência de indícios de que Gonçalves esteja atrapalhando a investigação configuram elementos que inviabilizam a medida cautelar de prisão.
Anteriormente, a Justiça havia acolhido denúncia do MP e tornado Caio Gonçalves réu em crime de homicídio simples (sem qualificadoras).
MORTE
Na noite de 28 de outubro de 2023, por volta das 22h30, no km 457 da SP-294, a vítima conduzia sua motocicleta quando o veículo foi atingido na traseira pelo carro dirigido por Gonçalves, que fugiu do local sem prestar socorro.
Lucas Fernando Fonseca de Carvalho Silva sofreu ferimentos graves e morreu no local. O carro do acusado foi encontrado posteriormente com avarias, no bairro Maracá, graças a uma denúncia anônima.
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