4 macetes para recuperar uma costela-de-adão com folhas secando
Quando as folhas da sua costela-de-adão começam a secar nas pontas ou murchar sem motivo aparente, o desespero bate. Afinal, essa planta tropical é símbolo de elegância natural e costuma ser resistente. Então por que está sofrendo? A boa notícia é que existem macetes simples — e eficazes — que podem devolver o vigor à sua planta antes que o problema se agrave.
A costela-de-adão é uma planta que vem da floresta tropical e adora umidade, luz indireta e solo bem drenado. Só que, em apartamentos, esses fatores nem sempre estão equilibrados. Um dos erros mais frequentes é o excesso de regas. Sim, regar demais pode matar a planta por asfixia das raízes, mesmo que pareça que ela está secando.
Outro ponto crítico é a luz. Apesar de gostar de ambientes iluminados, a costela-de-adão não tolera sol direto por muitas horas. Isso queima as folhas e dá aquele aspecto seco nas pontas — um sinal claro de estresse. Entender o que está desequilibrado no ambiente é o primeiro passo para a recuperação.
O primeiro macete é investigar o que está acontecendo debaixo da terra. Com muito tempo no mesmo vaso ou solo compactado, as raízes podem ficar sufocadas ou até apodrecer. Tire a planta com cuidado do vaso e observe: raízes pretas, moles e com mau cheiro indicam podridão radicular.
Se for o caso, remova com uma tesoura esterilizada essas partes afetadas e replante em um vaso limpo, com substrato leve — como uma mistura de terra vegetal, perlita e fibra de coco. Essa troca de solo dá fôlego novo para a planta e impede o avanço de fungos.
A costela-de-adão não gosta de ar seco, algo muito comum em casas com ar-condicionado ou durante o inverno. Por isso, o segundo macete é investir em umidade. Pulverize água nas folhas todos os dias (de preferência pela manhã) ou coloque um prato com pedrinhas e água sob o vaso.
Outra alternativa eficaz é agrupar plantas. Ao fazer isso, você cria um mini ecossistema mais úmido. Se quiser ir além, use um umidificador de ar próximo às plantas nos dias mais secos. A diferença no aspecto das folhas é visível em poucos dias.
Mesmo sendo resistente, a costela-de-adão precisa de boa luminosidade para realizar fotossíntese e recuperar as folhas danificadas. O terceiro macete é reposicioná-la perto de uma janela onde receba luz filtrada, como atrás de uma cortina leve ou perto de vidro fosco.
Evite mover a planta constantemente. Isso gera estresse e pode interromper o processo de recuperação. O ideal é encontrar um local fixo e observar a resposta das folhas nas semanas seguintes. Elas tendem a abrir melhor, ficam mais verdes e com menos pontas secas.
O quarto macete é talvez o mais difícil para quem tem apego às folhas: a poda. Remover folhas secas ou muito comprometidas é necessário para redirecionar a energia da planta às partes saudáveis. Mas há um detalhe: a poda deve ser feita com tesoura limpa e o corte precisa ser na base do pecíolo, sem arrancar a folha com a mão.
Depois de podar, evite regar por 24 horas para não favorecer a entrada de fungos pelas áreas cortadas. Isso ajuda a planta a cicatrizar com segurança. Nas semanas seguintes, é possível observar o surgimento de novas brotações, o maior sinal de que a planta voltou a reagir.
Recuperar uma costela-de-adão é uma mistura de observação e pequenas mudanças. Não é preciso recorrer a fórmulas mágicas ou fertilizantes milagrosos. O segredo está na simplicidade dos cuidados e na constância. Ajustar a rega, oferecer luz indireta, aumentar a umidade e remover folhas doentes já faz uma diferença enorme.
E mais: cada planta reage no seu tempo. Às vezes, as folhas novas demoram um pouco a se abrir ou nascem com pequenas imperfeições. Tudo bem. O importante é perceber sinais de melhora. A cor mais intensa, o brilho das folhas e o surgimento de novos brotos mostram que ela está se adaptando e se fortalecendo.
Recuperar uma monstera não é só um ato de cuidado com a planta — é também uma forma de cultivar paciência, observação e conexão com a natureza. E isso, por si só, já é terapêutico.
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