ALTAMIRA, PA, 25.08.2019 - QUEIMADA-PA - Operação do Exército em combate aos incêndios na Amazônia, conforme decreto do presidente Jair Bolsonaro. O 51º BIS (Batalhão de Infantaria de Selva), em Altamira, será o quartel general da operação. O general convocou, na manhã de hoje, uma reunião com ICMBio, Ibama, Força Nacional, Polícia Federal, Corpo de Bombeiros, secretaria do Meio Ambiente, entre outros atores envolvidos na operação. No período da tarde, profissionais do Corpo de Bombeiros do estado do Pará aplicaram em treinamento de combate a incêndios na mata, aos militares lotados no 51º BIS de Altamira. (Foto: Lilo Clareto/Folhapress)
O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse nesta segunda-feira, 26, que cerca de 3 mil militares das Forças Armadas estão prontos para combater incêndios e crimes ambientais na região da Amazônia Legal.
Azevedo reforçou a posição do governo de que os incêndios na região estão controlados. Ele apontou preocupação com partes do Pará, mas disse que estes focos já estão sendo combatidos.
Segundo o ministro, o Comando militar da Amazônia colocou mil militares à disposição e o Comando Militar do Norte outros 1.700 Ele arrendou para 3 mil homens que já podem atuar no local.
Azevedo e Silva afirmou que o Chile ofereceu 4 aeronaves com capacidade de dispersão de água, além de 30 brigadistas. Já o Equador disponibilizou uma aeronave e outros 30 brigadistas. O ministro declarou que Estados Unidos e Israel prometeram apoio, mas ainda não detalharam a forma.
As equipes de Chile e Equador devem ir à Amazônia Legal assim que for definido em quais regiões elas poderão atuar, disse o ministro.
Segundo Azevedo e Silva, as Forças Armadas do Brasil têm cerca de 43 mil militares na Amazônia. Ele ponderou que aproximadamente 3 mil estariam prontos para atuar agora, conforme o presidente da República permitiu no decreto para Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
O ministro da Defesa disse que apenas o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), não solicitou a ajuda das Forças Armadas. A assessoria do governador informou à reportagem que o pedido será feito e que ele deve participar de reunião na terça-feira, 27, com Bolsonaro e governadores da Amazônia Legal.
As declarações de Azevedo e Silva foram feitas após reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Participaram da conversa os ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro; do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno; da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; do Itamaraty, Ernesto Araújo e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, além do chefe da Defesa.
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