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“Montanhas” de lixo foram praticamente normalizadas na área de transbordo, na vicinal de Avencas (Foto: Leonardo Moreno)
A administração municipal Daniel Alonso (PSDB) completa 100 dias nesta segunda-feira (10). A crise do lixo encontrada em janeiro com sacos espalhados por toda a cidade e área de transbordo transformada em lixão, herdados do último governo, foram praticamente normalizados.
A Secretaria do Meio Ambiente, porém, ainda tem grandes desafios – como o mato alto e mesmo outras questões sobre coleta.
O Marília Notícia esteve nos últimos dias na área de transbordo do lixo, onde o resíduo que é descartado no município fica antes de ser levado logo para aterros sanitários em outras cidades, já que Marília não possui um dispositivo desses. O acúmulo irregular em grandes proporções na área de transbordo estava gerando multas para a cidade.
As montanhas de lixo foram reduzidas aos patamares de normalidade e a informação é de que cerca de 180 toneladas de sacolas estão chegando e saindo do local diariamente. Com pagamentos atrasados, a Monte Azul – responsável pela coleta de lixo e transporte para os aterros – não estava realizando o serviço.
Em janeiro a questão do lixo era caótica em Marília, com sacolas em lixeiras por todo o município. Com a ajuda de caminhões emprestados e após negociação de dívidas com a Monte Azul a situação foi praticamente normalizada.
Uma frota sucateada complicou os trabalhos iniciais. Autorização da Câmara para o Executivo utilizar os recursos de um fundo para o transporte público na resolução do problema também ajudou no pagamento de contrato emergencial de aluguel de caminhões e na aquisição de outros três que devem ser entregues em breve.
Por outro lado, uma questão que incomoda bastante a população ainda persiste: o mato alto. São dezenas de demandas semanais recebidas pelo MN. O problema é documentando também nos requerimentos feitos por vereadores e pode ser verificado por uma volta nos bairros.
Entrevista
Em entrevista ao MN, o secretário do Meio Ambiente, Ricardo Mustafá, falou sobre essas questões e os desafios que ainda enfrentará.
“Conseguimos limpar todo o lixo acumulado no transbordo na semana passada. A coleta estava atrasada em todas as regiões. Está normalizada”, comenta o secretário que também frisa a importância do mutirão realizado por sua equipe onde foram recolhidas quatro mil toneladas de móveis velhos e outros materiais inservíveis abandonados pela cidade.
Mustafá reconhece que o mato alto é a grande demanda e afirma que atualmente são três mil áreas públicas e particulares que necessitam do serviço.
“De outubro até janeiro não foi feita capinação, pegamos um período de chuvas, mas vamos resolver. Da mesma forma que cuidamos do lixo, vamos resolver o mato, mas precisamos de tempo”, afirma.
Sobre coleta seletiva de lixo, Mustafá conta que as primeiras conversas com ONGs foram realizadas para iniciar os testes com esse tipo coleta em breve – ele não deu prazos. A instalação de quatro ecopontos para descarte de materiais da construção civil deve sair nos próximos meses, afirma o secretário.
O MN mostrou que atualmente o município não possui nenhum ecoponto. “Os ecopontos já serão um passo na questão da coleta seletiva”.
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